Barcelona é sem dúvida uma cidade fascinante, com uma cultura muito peculiar e gostosa de se descobrir, seja pelo idioma catalão, falado constantemente nas ruas, como pelas delicias gastronômicas e arquitetura modernista de Gaudí, digno de se admirar.

Cidade grande e importante, que recebe todos os anos uma legião de turistas que se encantam com suas belezas. Barcelona é mar, é praia, é arquitetura, fé e futebol, uma cidade marcará um antes e depois na sua vida.

Capital da Catalunha, Barcelona possui pouco mais de 1.600.000 habitantes, sendo assim a segunda cidade mais povoada da Espanha, ficando somente atrás de Madrid.

Falando de Madrid, temos um roteiro de 3 dias para a capital espanhola (clique para ler).

Quero deixar claro que conhecer Barcelona em 3 dias é uma opção do turista, esta cidade tem atrações para lhe oferecer uma semana cheia de novidades, porém, como entendo que a maioria dos viajantes não dispõe de tanto tempo em cada destino, sugiro visitar estes que são os principais pontos turísticos.

Organizarei os pontos por sua proximidade, mas eventualmente você precisará utilizar o transporte público para chegar até eles, quero lhe comentar minha opinião sobre isso. O metrô é uma excelente forma de transporte, a mais rápida na maioria das vezes, porém, lembre-se que debaixo da terra você não conhece muita coisa. Por isso, quero recomendar optar por caminhar (quando der), pegar um ônibus ou até mesmo investir num transporte de táxi, para poder apreciar a cidade, ao invés de somente ter batido foto, nos pontos turísticos.

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Bom, você deve estar ansioso mesmo é para saber o que Barcelona tem a lhe oferecer, não é mesmo? Por essa razão, elaborei um roteiro para três dias, que poderá lhe servir de base para sua próxima viagem.

Dia 1:

Manhã:

La Rambla > Monumento a Colombo > Port Vell

La Rambla (Les Rambles)

Esta é certamente uma das ruas mais famosas da cidade de Barcelona, na Espanha, como também, um dos pontos turísticos mais visitados. Possui 1,3 quilômetros de extensão, que liga a Plaça de Catalunya com o antigo porto.

Dividida em diversas partes, se possível tente caminhar de ponta a ponta, fazendo algumas pausas para contemplar os pontos que vou indicar a seguir.

De Ralf Roletschek - Trabajo propio, GFDL 1.2, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=44806990
De Ralf RoletschekTrabajo propio, GFDL 1.2, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=44806990

Vamos começar o passeio pela Plaça de Catalunya, visitando primeiro a Rambla de Canaletes, uma das partes mais altas das Ramblas. Essa é uma das regiões mais animadas.

Dali, caminharemos sentido ao Monumento a Colombo, a primeira pausa será na Rambla de los Estudios, conhecida assim pois era ali que ficava o antigo Estudio General (Universidade).

Seguindo vamos para a Rambla de las Flores, certamente a parte mais colorida das Ramblas, com perfume da natureza e barraquinhas que vendem flores. É bem aqui que fica o famoso Mercado de la Boquería.

Paramos no Mercado de la Boquería para conhecer as delícias da culinária espanhola e catalã, com direito a degustar de tudo um pouco. Destaque para os “huevos con chipirones”, “calamares”, sucos de fruta naturais deliciosos e alguns doces que só vi na Catalunha mesmo.

Depois vamos para a Rambla de los Capuchinos, conhecida também como a Rambla del Centro. Ali tem vários atrativos, com destaque para o Palau Güell, que foi a casa da família, construída em 1886 e declarada patrimônio da humanidade cem anos depois.

Também podemos ver neste lugar o Gran Teatro Liceo, que até hoje é a casa da Ópera de Barcelona.

Por último, a Rambla de Santa Mònica, que funciona como a porta de entrada para o porto, uma região cheia de restaurantes e bares, e que ao final, antes de chegar ao mar, dá de cara com o Mirador de Cristóvão Colombo.

Mirador de Cristóvão Colombo

Localizado no final da Rambla, na Plaza del Portal de la Paz, está muito próximo do mar, este monumento foi erguido em razão da Exposição Universal de 1888 e foi dedicada ao Cristóvão Colombo, que quando voltou de sua viagem para a América, decidiu desembarcar em Barcelona.

De Canaan - Trabajo propio, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=31622197
De CanaanTrabajo propio, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=31622197

O monumento em si mede 60 metros de altura e oferece uma excelente vista de Barcelona, você subirá até o topo utilizando um elevador lhe leva até os 51 metros de altura (custo aproximado €5), passando por dentro da estrutura metálica, de ferro estilo ‘corintio’.

Dali é possível observar o Bairro Gótico, a Catedral, Santa Maria del Mar, a Rambla, o Port Olímpic, ver parte da montanha Montjuïc e observar a quantidade de verde que prevalece na cidade.

A estátua do topo mostra Cristóvão Colombo, de corpo inteiro, com um mapa na mão esquerda e a mão direita apontando a rota para a América.

E bom, o Port Vell é exatamente em frente ao monumento, com umas tantas outras atrações, como o Aquarium de Barcelona, o Moll de la Fusta (mole de madeira), o Museu d’Història de Catalunya e o Palau de Mar.

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Dali é só partir pra Praia, você terá ao seu lado a Barceloneta, com uma estrutura de morrer de inveja. Jantamos ali e valeu a pena, mas como o dia está corrido, quero recomendar você ir para o Park Güell, aproveitar o atardecer.

Tarde (atardecer): Park Güell

Antes de nada, quero deixar claro os horários aqui:

  • 30 de outubro a 26 de março: último acesso 17h30, fecha 18h15;
  • 27 de março a 1 de maio: último aceso 19h30, fecha 20h30;
  • 2 de maio a 28 de agosto: último acesso 20h30, fecha 21h30;
  • 29 de agosto a 29 de outubro: último aceso 19h30, fecha 20h30;

Preço da entrada geral 8€ na porta, 7€ pela internet (clique).

Deixarei claro pois você não pode dar mole e perder a hora, veja bem que durante o ano o dia é mais curto ou mais longo, por isso o parque fecha antes. Se possível, chegue mais cedo, mas o atardecer é bem bonito no parque.

Park Güell

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Outra obra de arte de Gaudí, se trata de um parque belíssimo, com vistas incríveis para a cidade, uma arquitetura de invejar e muita coisa para ver. Existe uma parte gratuita, mas recomendo altamente pagar para entrar na parte restrita, vale a pena.

Inicialmente projetado para ser uma espécie de condomínio fechado, ao estilo inglês, empreendido por Eusebi Güell, e arquitetura de Gaudí, se tornou um parque público mais tarde.

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O que ver no parque?

  • La Escalinata del Dragón;
  • La Sala Hipóstila (Sala de las Cien Columnas);
  • El Teatro Griego (Plaza de la Naturaleza);
  • El Pórtico de la Lavandera;
  • Los Jardines de Austria;

Tem energia e quer uma atividade noturna? Prove o ICEBARcelona, um bar de gelo que lhe oferece uma experiência única e divertida, abaixo de 0ºC. Não precisa levar roupa de frio, eles emprestam tudo na entrada.

Mais informação: http://www.icebarcelona.com/es/


Dia 2:

Manhã:

Vamos começar o dia no Passeig de Gràcia, uma das principais avenidas da cidade de Barcelona, e talvez a mais famosa de toda Catalunha.

O grande atrativo dessa região serão as construções modernistas, como a Casa Batlló e a La Pedrera, do famosíssimo Gaudí, artista que deixou sua marca cunhada na história da cidade, que hoje recebe milhões de turistas todos os anos em busca de conhecer suas obras.

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Na mesma Passeig de Gràcia vamos observar outras obras de importantes artistas, como a Casa Amatller de Puig i Cadafalch e a Lleó i Morera do artista Domènech i Montaner.

Todos estes edifícios brigam pela preferência do público, que pacificamente discutem qual delas representa melhor a arquitetura modernista de Barcelona.

A Passeig de Gràcia é para Barcelona, como é a Champs Elysses para Paris, ou seja, uma avenida bem longa, onde estão instaladas diversas lojas de luxo, como Armani, Bvlgari, Carolina Herrera, Chanel, Chopard, Cartier, Hermès, Tiffany & Co., Valentino, e até mesmo uma Apple Store.

Depois de conhecer estes edifícios, recomendo almoçar no restaurante La Consentida, localizado na Passeig de Gràcia, 71. Somente estou recomendando pois comemos muito bem, por menos de 10€ por pessoa (menu do dia). O único porém, é que o atendimento demora muito, mas vale a pena.

Mais informação sobre o restaurante (clique).

Tarde:

Bairro Gótico > Born > Parc de la Ciutadella

Depois de almoçar vamos caminhar até Barrio Gótico, passando pela Plaça de Catalunya, passearemos pelo Bairro do Born e terminaremos o dia no Parc de la Ciutadella.

Barrio Gótico (El Barri Gòtic)

Região mais antiga da cidade, o famoso centro histórico. Nele é possível conhecer parte da história que permanece viva, com estrutura praticamente intacta. Este bairro pode ser conhecido de diversas formas, a mais simples é se perder pelas ruas e ir desbravando aquilo que mais lhe interessa.

Vou sugerir os principais pontos para que você não deixe passar nenhum em branco, começando na Plaça de Catalunya.

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Partindo dali, vamos caminhar pela La Rambla até encontrar a Portaferrissa, uma das portas de entrada para a cidade amuralhada (medieval), seu nome tem origem no catalão “ferro” (igual ao português) e por isso ficou “Portaferrissa”. Podemos observar em azulejos pintados, uma reprodução de como era a muralha, da Idade Média.

Seguindo pela rua Petritxol, vamos até a Plaça del Pi, onde podemos ver a Igreja Santa Maria del Pi, com arquitetura gótica e dedicada a Virgem Maria. Do outro lado da rua, está outra praça, a Sant Josep Oriol, ali artistas locais costumam se reunir aos fins de semana para oferecer retratos e obras de arte pintadas na hora. Esse é um excelente local para descansar e tomar um café, já que existe uma boa variedade de cafeterias e bares com mesas na calçada, permitindo observar estas belezas.

Saindo desta praça, você pode seguir pela rua Palla, onde podem ser observados alguns restos da muralha romana, datada do século IV.

Depois de encontrar com a muralha, podemos seguir para a Catedral de Barcelona (iniciada em 1298, com obras até o século XIX), localizada na Plaça Nova. Na mesma praça, além da Catedral você deve observar as construções La Pia Almoina, do século XV, uma instituição que oferecia comida aos pobres, mas que hoje é sede do Museu Diocesano. Já do outro lado, você encontra o Palácio Episcopal, com arquitetura neoclássica, que ainda conserva uma galeria do século XIII no primeiro andar.

Agora podemos seguir pela rua Bisbe, onde poderemos ver El Palacio de la Generalitat, que conserva arquitetura original gótica do século XV, com direito a gárgolas e uma princesa, da lenda de Sant Jordi.

Nas proximidades você encontrará a Plaça de Sant Felip Neri, uma praça muito peculiar que oferece um cenário ideal para um descanso. É uma pequena praça na verdade, que possui uma fonte no meio, algumas árvores e lugares para sentar.

Ali ao redor você pode encontrar o Museu del Calçat (dos calçados), um prédio que foi trasladado pedra por pedra em 1943, antigamente localizado ao lado da Catedral.

Voltando para a rua Bisbe, pegue a rua Santa Llúcia, você encontrará ali a Casa de L’Ardiaca, uma antiga casa nobre do século XV, onde residiam membros de diferentes hierarquias religiosas.

Seguindo, você deverá ir até a rua Paradís, dobrar a direita, e lá verás quatro impressionantes colunas e a base do que foi um dia o Templo de Augusto, da época romana.

Quase terminando, vamos para a Plaça del Rei, que guarda debaixo do chão restos de Barcino, uma cidade romana, parte dessa história pode ser conhecida no Museu d’Història de la Ciutat, localizado ali mesmo. Nessa praça tem muita coisa interessante para ser vista, como o El Tinell, Capilla de Santa Ágata, e o palacio del Lloctinent.

Terminando com o bairro Gótico, vamos para o Barri del Born, onde visitaremos o Palau de la Música, uma incrível construção modernista que impressiona por fora, mas encanta por dentro.

Talvez tão imperdíveis quanto o Mercado de la Boquería, estão no Born os mercados públicos chamados Mercado de Santa Caterina e o antigo Mercado del Born, que se tornou um centro cultural onde são realizadas exposições, shows de música, congressos, etc.

Antes de nos despedirmos do Born, você não deve perder a igreja Santa Maria del Mar, uma das mais recomendadas de toda a cidade de Barcelona.

Partindo do Barri del Born, vamos terminar o dia no Parc de la Ciutadella, outro dos legados que a Exposição Universal de 1888 deixou para a cidade, tendo contado também com a colaboração de Gaudí (claro) no projeto. Durante muitos anos foi o único parque público de Barcelona, contando com mais de 17 hectares, formando um dos principais pulmões da cidade.

O que mais chama a atenção no parque é a enorme cascata, com um grande monumento ao fundo, e o Castillo de los Tres Dragones, onde que hoje em dia funciona o Museu da Zoologia.

Nele você encontrará muito verde, muita natureza, jardins, monumentos, um lago e o zoológico de Barcelona, que pode ser uma boa pedida para quem conta com um pouco mais de tempo.


Dia 3:

Sagrada Família > Camp Nou > Tibidabo ou Montjuïc

Sagrada Família

Com certeza a obra mais emblemática de Gaudí, que tinha em mente construir a igreja mais espetacular de todos os tempos. Foi assim que se iniciou o projeto, que nunca foi concluído.

A igreja continua em obras até os dias atuais, por essa razão, é cobrada entrada de todos os fiéis que desejam visitar seu interior. O dinheiro arrecadado, segundo fontes oficiais, é destinado para a continuação das obras, que estão previstas para serem finalizadas em 2026.

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O ticket custa 15€ para adultos, entrada antecipada, ou 18€ lá na porta. O problema de comprar na porta são as filas, portanto, não esqueça de comprar antecipadamente para não perder tempo desnecessário na entrada desta atração.

Camp Nou / Museu do FC Barcelona

Quem gosta de futebol certamente vai querer visitar o FC Barcelona, um dos clubes com maior história no mundo todo, que foi a casa de vários jogadores brasileiros como: Ronaldo, Ronaldinho, Romário, Rivaldo, Deco, Daniel Alves e claro, o jovem Neymar.

Bom é possível ir até o estádio e dar uma volta pelas partes comuns, externas ao mesmo, conhecer um pouco do clube, mas definitivamente a visita vale mais a pena se você decidir desembolsar nada mais, nada menos, que €23 para fazer o Tour Camp Nou Experience, que permite conhecer o estádio por dentro e visitar o museu do clube.

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Eu pontualmente não me animei a pagar, havia visitado o Estádio da Juventus, que custou somente 15€. Já o do Real Madrid, por exemplo, custa 13€ (quase metade do preço, e mais do dobro de copas da UEFA para ver no museu hehehehe), achei caro.

Terminando o estádio, temos duas opções, uma delas será o Tibidabo, e a segunda a montanha do Montjuïc, infelizmente temos que escolher uma delas.

Ambos, Tibidabo e Montjuïc, são os pontos mais altos de Barcelona, de onde os turistas conseguem observar não só a cidade, como a grandeza do mar. Eles se tornaram os dois mirantes mais famosos e conhecidos por diferentes motivos.

Tibidabo

Se você está em busca de altura e diversão, este deve ser sua escolha. Ele é mais alto que o Montjuïc, chegando a uma altura de 512 metros acima do nivel do mar.

Os destaques deste monte estão no Parque de Diversões, que data de 1899 com atrações para toda a família. Sim, ele foi construído em 1899 mas seus brinquedos estão renovados (não se preocupe).

Ainda, existe uma igreja muito peculiar, já que a mesma possui dois andares, e são diferentes. Tem uma decoração numa, e outra um pouco menor, quase uma capelinha. O engraçado é que o teto é baixo e você tem outra igreja sobre sua cabeça, no caso, chamada Templo Expiatorio del Sagrado Corazón.

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De CanaanTrabajo propio, GFDL, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=4286025

Não ficando nisso, um dos atrativos do Tibidabo é justamente a forma de chegar até ele: ônibus, carro, funicular (uma espécie de trem elevador) e a mais tradicional “tranvia azul”.

O Tranvia Azul (tramvia Blau) foi inaugurado em 1901 e se conserva com a mesma aparência até hoje, portanto, você viajará no tempo para subir na montanha onde no início do século XX a classe média da Catalunha se divertia, num dos primeiros parques de diversões da Europa.

Mais informações: Tramvia Blau

Montjuïc

Por outro lado, o Montjuïc tem uma característica mais histórica, esta pequena montanha teve grande importância militar, onde é possível observar uma fortaleza que servia como torre de vigilância que controlava quem chegava pelo mar até Barcelona.

Além disso, em razão das Olimpíadas de 1992, realizadas na cidade, foi construído nessa montanha o Jardim Botânico Histórico. Nesse lugar também deve ser visitado o Poble Espanyol, que é um salão onde reúnem coisas características de todo o país, com inúmeros restaurantes e degustação de comidas típicas.

A oferta turística do Montjuïc dizem ser mais cultural que a do Tibidabo, pois lá, você pode visitar também a Fundação Miró, o Museu CaixaFòrum, o MNAC (Museu Nacional de Arte de Calaluña), alguns teatros e outras atividades relacionadas a arte.

Escolhi o Tibidabo

Eu particularmente fui ao Tibidabo e gostei muito, passamos umas duas horas no local, fomos de carro, quando estávamos terminando nossa visita a Barcelona. Valeu a pena, mas não conheço o Montjuïc para poder comparar, a informação sobre ele obtive na internet.

Considerações Finais

Com isso, vamos terminando nosso roteiro de três dias em Barcelona, uma cidade que gostei muito, embora tenha um carinho muito maior por Madrid, capital da Espanha.

No ano passado (2015) tive que escolher qual destas duas cidades seria minha casa durante um ano, foi aí que escolhi Madrid e não me arrependi. Após ter a oportunidade de viajar para Barcelona me dei conta de que Madrid pode não ter mar, mas combina mais comigo.

Se bem que, quando falamos de turismo é outra história. Você, vai conhecer as duas ou escolherá somente Barcelona?

Me conte nos comentários.
Um abraço e boa viagem.

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2 Comentários

  1. Oi Andre , estamos indo agora em julho dia 17 , passaremos de 18 a 30 na Espanha , inicialmente Madrid e Barcelona , estamos em duvida qto a alugar um carro , e sair em direçao a Sevilla , sei lá ou ir em direçao a Lisboa e Porto .
    Será nossa 1 a vez na Europa , estou media perdida , na duvida se pego um grupo , ou se daremos conta de andar sozinhos , o que acha ?

    Obrigada , Adriana

    • Olá Adriana, como vai?
      Eu acho muito de boa ir de carro, não precisa de grupo, nem guia. Vocês vão se virar legal, as estradas são mais do que excelentes e é gostoso pra caramba viajar de carro na Europa. As distâncias são bem tranquilas, já fiz mais de uma vez, um abraço.

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